*Amauri Gomes
Sobre um político e coronel da minha terra, que tinha um linguajar de matuto, era inteligente e sabia falar para o povo entender, usando provérbios e ditos populares, sendo alguns de sua criação:
- Liso que só rapariga de cidade do interior na Semana Santa.
- Meu filho, quem não faz nesse mundo, leva no outro.
- Sabido demais é besta.
- Quem ama valente é cadeia.
- Quem atira com pólvora alheia, não mede distância, não faz pontaria, nem balança o cabaço.
- Meu amigo não tem defeito. Inimigo, se não tiver, eu boto.
Grande Coronel Chico Heráclito! Algumas esfinges de políticos na Barra bem que poderiam tomar uma aulinhas com esse líder que não era doutor advogado, mas dava lição em tribunais. Sem haver cursado colégio nem universidade, era político vitorioso e cheio de sabedoria. Filosofou a vida inteira! Traição? Não conhecia, porque não era ingênuo.
Impressionante, os dias na Barra de Barleus, onde espectros de líderes e aspirantes a poder nenhum, floridos de ingenuidade, perdem para Collor, que trocou seu reino por uma Elba de valor ínfimo. Acreditam em mamãe Noel. Dormem de toca. Estão mais por fora do que rabichola de jegue e asa de xícara. Chamam papagaio de meu louro. Praticam a política do pseudo-mecenato. Uma retórica que nada custa e durante décadas nada alcançou ou fez algo de bom para a cidade. Errantes à procura de ninho, são aves alvissareiras que não cantam nem encantam.
Enquanto a Barra de Barleus procura propostas e seriedade, o ingênuo, tal cônjuge traído, no seu canto chora seu pranto. Esse tipo de “líder” nunca sabe de nada... O palácio alarga suas portas, chama federais e estaduais para apoio a outro contrário a seu formigueiro, e ele findou não sendo chamado para essa festa nobre. Um conhecido provérbio diz que quando falta a coisa, é preciso representá-la, o que é inteiramente confirmado com os fatos de nossa Ilha, coisas que até os meninos sabiam, sentença prolatada, lições ensinadas até por meninos. De tão falaz, esqueceu de perguntar: Onde estão meus companheiros? Meu prefeito, onde está?
Por falta de aviso não foi! Barleus bradou!!! A reunião do dia 19...a licença não concedida...a Heca é do mal...as obras são do povo...a rádio é comunitária...não existe oposição na Barra...vida longa ao pseudo-opositor... Ingenuidade demais dá nisso! Diga-me com quem andas e to direi aonde vais. Por essa, nem Barleus esperava !
O ingênuo é assim mesmo: cabeça tão cheia, tão agitada por bobagens, que decerto não percebeu que até a hora de implorar por socorro passou e que os marinheiros na Ilha preferem mar de almirante, e não barqueta de marinheiro só. Já Barleus, que de ingênuo não tem nada, vive cantando...“eu te avisei meu bem eu te avisei”...Esse Barleus, não é praia, mas vive cheio de onda!!!
Sobre um político e coronel da minha terra, que tinha um linguajar de matuto, era inteligente e sabia falar para o povo entender, usando provérbios e ditos populares, sendo alguns de sua criação:
- Liso que só rapariga de cidade do interior na Semana Santa.
- Meu filho, quem não faz nesse mundo, leva no outro.
- Sabido demais é besta.
- Quem ama valente é cadeia.
- Quem atira com pólvora alheia, não mede distância, não faz pontaria, nem balança o cabaço.
- Meu amigo não tem defeito. Inimigo, se não tiver, eu boto.
Grande Coronel Chico Heráclito! Algumas esfinges de políticos na Barra bem que poderiam tomar uma aulinhas com esse líder que não era doutor advogado, mas dava lição em tribunais. Sem haver cursado colégio nem universidade, era político vitorioso e cheio de sabedoria. Filosofou a vida inteira! Traição? Não conhecia, porque não era ingênuo.
Impressionante, os dias na Barra de Barleus, onde espectros de líderes e aspirantes a poder nenhum, floridos de ingenuidade, perdem para Collor, que trocou seu reino por uma Elba de valor ínfimo. Acreditam em mamãe Noel. Dormem de toca. Estão mais por fora do que rabichola de jegue e asa de xícara. Chamam papagaio de meu louro. Praticam a política do pseudo-mecenato. Uma retórica que nada custa e durante décadas nada alcançou ou fez algo de bom para a cidade. Errantes à procura de ninho, são aves alvissareiras que não cantam nem encantam.
Enquanto a Barra de Barleus procura propostas e seriedade, o ingênuo, tal cônjuge traído, no seu canto chora seu pranto. Esse tipo de “líder” nunca sabe de nada... O palácio alarga suas portas, chama federais e estaduais para apoio a outro contrário a seu formigueiro, e ele findou não sendo chamado para essa festa nobre. Um conhecido provérbio diz que quando falta a coisa, é preciso representá-la, o que é inteiramente confirmado com os fatos de nossa Ilha, coisas que até os meninos sabiam, sentença prolatada, lições ensinadas até por meninos. De tão falaz, esqueceu de perguntar: Onde estão meus companheiros? Meu prefeito, onde está?
Por falta de aviso não foi! Barleus bradou!!! A reunião do dia 19...a licença não concedida...a Heca é do mal...as obras são do povo...a rádio é comunitária...não existe oposição na Barra...vida longa ao pseudo-opositor... Ingenuidade demais dá nisso! Diga-me com quem andas e to direi aonde vais. Por essa, nem Barleus esperava !
O ingênuo é assim mesmo: cabeça tão cheia, tão agitada por bobagens, que decerto não percebeu que até a hora de implorar por socorro passou e que os marinheiros na Ilha preferem mar de almirante, e não barqueta de marinheiro só. Já Barleus, que de ingênuo não tem nada, vive cantando...“eu te avisei meu bem eu te avisei”...Esse Barleus, não é praia, mas vive cheio de onda!!!
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