terça-feira, 22 de maio de 2012


ÓTIMA SEMANA A TODOS !!!!!

Um mendigo cego, guiado por seu cachorro, vagarosamente cruzava uma movimentada rua em Londres. Milhares passavam junto a ele  mas ninguém se ofereceu para ajudá-lo. Uma bela carruagem, puxada por dois cavalos brancos, parou bem próximo. Um cavaleiro desceu e ao dirigir-se a um edifício avistou o mendigo e aproximando-se dele falou: " Dê-me sua mão e confie em mim ". Vagarosamente o conduziu até o local de seu destino. " Muito obrigado, senhor ", disse o homem agradecido e o estranho foi embora. Quem era ele? O Príncipe de Gales, mais tarde Eduardo VII. Ele confiou e o Príncipe o levou em segurança.
A cada esquina de minha vida, nas ruas movimentadas dessa vida, estamos sempre a perguntar: Qual será nosso destino? Aonde iremos chegar? Que segurança  temos que alcançaremos nosso alvo?
Quando as coisas não vão bem, reclamamos , murmuramos, e lamentamos. Na verdade, buscamos em nosso rosário de questionamentos algo ou alguém que possa nos conduzir  em segurança, uma palavra amiga a direção certa.
Mas quando tudo dá certo e as coisas estão correndo para nossos braços, nem sempre agradecemos àqueles que nos ajudaram. Quase nunca lembramos de agradecer a mão estendida.
Em momentos e dias como os nossos, precisamos orar assim: “ Faze-me ouvir da tua benignidade pela manhã, pois em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti elevo a  minha alma “
Jesus é aquele a quem podemos recorrer quando nada dá certo e também devemos ser gratos pelos propósitos atingidos. Bom é ouvir sua voz:  “ Dê-me sua mão e confie em mim “ !
Abraço !!!
Dias  e noites felizes !!!
Amauri


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Instituto ELO participa de noite de louvor com cantora Damares na Barra dos Coqueiros

“A minha vitória hoje tem sabor de mel”. Com o refrão de sua canção mais conhecida, a cantora Damares emocionou milhares de pessoas na noite de louvor realizada na última sexta-feira, 18, no município de Barra dos Coqueiros. “Com muita alegria, participamos dessa noite de festa organizada por várias igrejas locais e por pastores evangélicos do município. Não podemos deixar de ressaltar o nome do deputado federal pastor Heleno Silva como grande colaborador do evento, viabilizando a vinda da cantora Damares e banda, bem como o apoio pessoal do prefeito Gilson dos Anjos a esse grande encontro do povo de Deus na Barra dos Coqueiros”, destaca Amauri Gomes, radialista e coordenador do Instituto ELO. Confira os cliques de Luciano Santiago.

Cantora Damares e radialista Amauri Gomes

Centenas de pessoas lotaram a praça central da Barra dos Coqueiros

Sissinho Moura (ex-vice-prefeito da Barra), irmão Carlos, dep. federal pastor Heleno Silva, Vivane Mirelly (primeira-dama), prefeito Gilson dos Anjos e pastor Uzaí, da Assembleia de Deus (Ministério Esperança)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Usina: ventos e realidades

 “...Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai, a solidão que fica e entra, 
me arremessando contra o cais ...”

Em época de globalização, o que falamos, fazemos e louvamos, de forma célere e etílica, define e revela nossa faceta, bem como a cara e a coragem que temos e o lado do cais onde habitamos. A usina eólica é um investimento chinês, fruto de cooperação firmada entre bancos internacionais. As 20 torres de energia eólica, pujantes e imperiais, já incorporam o panorama local.

Quase tudo pronto: está na net, na TV e chegando de navio. O investimento foi captado, a grana é alta e o Governo realiza obras estruturantes para receber os mega investimentos. Mas, e a Barra? Menina, morena, com frescor de vento virginal – isso até os chineses chegarem. Depois desses ventiladores gigantes, nosso vento corre sério risco de ser tempestade. A dúvida é: como fica a nossa gente simples e competente. Como fica ‘o outro lado da cidade’?

Vou falar: colocaram os carros na frente dos bois. Não tem mão de obra porque ela é especializada. Conversa! Na hora do povo ser beneficiada na panela e no bolso, só sobra vento! Os ventiladores gigantes e recantos luxuosos não beneficiam só por aportar na ilha. Na verdade, o Governo gasta em prol dos grandes, porque antes dos milhões não existiam os tostões. Ou existiam? Nem as rodovias e obras de infraestrutura justificam os investimentos sem a devida promoção social da comunidade.

No tocante aos benefícios imediatos à população, ainda não vi dados e testemunhos verazes que comprovem o prometido. Apenas louvação aos andaimes! Mas, e a construção, a comunidade e suas necessidades, licença ambiental e cumprimento dos policitantes quanto a emprego para todos? Quantos da Ilha foram treinados, capacitados ou preparados para pegar na orelha do elefante chinês ou no tijolo dos magnânimos jardins suspensos da Ilha. Tá bom pro Governador, pros seus amigos, e pra todos os ricos...mas, e o bolso do trabalhador, como anda?

Famílias inteiras repetem o rosário de desemprego há décadas. O traço da união entre o desenvolvimento e o bem social é a promoção local da comunidade, e isso até agora não vi. Nem a Hora da Verdade divulgou os empregos. Não escuto e não vejo a devida  proporção  acontecendo. A terra já foi ocupada; a natureza, rebentada, milhões se transferem de bancos em bancos, bolsos e bolsas.

E sua família...quantos empregos, quanto o Governo trouxe de benefício ao seu estabelecimento para receber esse tsunami de investimento? Quanto o Banese investiu no pequeno empresário da Barra? Isso, sim, é promoção! Humanizar e promover o comércio local, ou ainda tem inocente achando que esse povo vai gastar, comer e amaciar seus cartões aqui? O que vejo é o social na Barra desconexo com a exploração milionária. O que quero? Coisas simples e pequenas, mas que gerem empregos, educação de qualidade e felicidade ao nosso povo.

Quero uma universidade na Barra, um centro de estudo técnico e profissionalizante, empregos prometidos fluindo, modo contrário, o povo da Barra será mero espectador e cavalgadura de um sistema exportado que gerará energia, beneficiará poucos e cobrará de todos. O que me assusta são paladinos, grupos e verdades que não têm substância em seu arcabouço social.

Não sou contra desenvolvimento! Sou e estou contra o esquecimento do povo que durante séculos cuidou e guardou esse tesouro de mar, dunas, vento e coqueirais. O Instituto Elo estará montando uma estatística do emprego, benefício social, ambiental e prevenção de impactos causadores de malefícios a comunidade. Como se fuma há mais de dez mil anos e só há 100 anos se descobriu que o tabagismo causa câncer, o empreendedorismo, sem sustentabilidade ética como respeito a tudo que vive e existe, a cultura e geografia de uma comunidade podem necrosar peculiaridades características próprias dela.

Não me venham com Plano Diretor bonzinho, com empresários de olhos azuis...(invoco Collor de Melo), com governador que priorizou a Barra... foram os empreendimentos que elegeram a Barra e são eles que empregam. Ou o Governo faz a infraestrutura ou dança. Mas, por que não fez antes? Contra fatos não há argumentos. Não é assim que se diz aqui? Cuidado, muito cuidado! A terra já foi entregue, a grana está na urna. Perdão, gente! Tá na rua. Eita, errei novamente! A grana está no bolso dos tubarões.

O vento não para. Mas e o povo, com que roupa vai? De quem serão os salários milionários? E essa tal mão de obra especializada? O que é isso? O povo da Barra ainda não conhece!!! Lembrei! Os investidores prometeram tudo: empregos aos da terra, defesa do meio ambiente, incorporações sustentáveis e a felicidade do povo. Dizem que o vento vem só do mar! E o dinheiro e emprego dos grandes investidores, correm para o rio?

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Instituto ELO reúne mães para tarde de festa, palestra e homenagens

No último sábado, 12, as mães da Barra dos Coqueiros tiveram uma tarde pra lá de especial. Organizado pelo Instituto ELO, o evento também contou com a participação de colaboradores da Igreja Presbiteriana Renovada que, juntos, cantaram, fizeram leitura bíblica e agradeceram a Deus pela vida de cada mamãe presente, bem como dos seus filhos e familiares. 

Na ocasião, o radialista Amauri Gomes evidenciou a importância da sabedoria materna para a constituição de famílias equilibradas e felizes. A tarde festiva também foi oportunidade de realização de brincadeiras e entrega de brindes para todas as homenageadas presentes. Vamos conferir as fotos?

Mães do município se reuniram na Quadra de Esportes Capitão Juca. Radialista Amauri Gomes
falou sobre a importância de "ser mãe"

Tanto a mamãe mais nova...

...quanto a mais experiente foram presenteadas pelo Instituto Elo

A colaboradora Ádria liderou as dinâmicas realizadas com as donas da festa

Radialista Amauri Santana presenteou as "mamães corajosas" que participaram de brincadeiras em grupo

Mais "mamães corajosas" participaram e foram presenteadas

Irmãos da Igreja Presbiteriana Renovada da Barra dos Coqueiros levaram a Palavra de Deus às mamães. O Instituto Elo agradece, de coração, ao pastor David Viana (com o violão) e sua linda equipe

              Jornalista Alessandra Cavalcanti (no centro) registrou o evento, que contou com a grandiosa colaboração das irmãs Andréa e Ádria




Instituto ELO prestigia inauguração da Escola Domingos de Moura, na Atalaia Nova


Moradores da Atalaia Nova, na Barra dos Coqueiros, pais de alunos e toda comunidade estudantil prestigiaram a inauguração da Escola Municipal Domingos de Moura, na noite da quarta-feira, 9 de maio. A unidade estudantil foi totalmente reformada e ampliada pela prefeitura do município.  Representado pelo radialista Amauri Gomes, o Instituto ELO prestigiou a solenidade, que contou também com a participação do prefeito do município, Gilson dos Anjos.



“Estamos construindo mais 11 novas salas de aula nas escolas da Barra dos Coqueiros. Na Atalaia Nova, tenho a satisfação de inaugurar a escola Domingos de Moura, fato que coincide com o início dasSão obras em todos os cantos. A prefeitura está trabalhando e a população está vendo", destacou o prefeito. De acordo com a Secretaria de Comunicação da cidade, o poder público municipal está investindo mais de R$ 1 milhão em reformas e ampliações das unidades municipais de ensino. Confira os cliques de Luciano Santiago.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Delegacias sergipanas clamam por socorro

Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe apresenta vídeo com situação precária das unidades policiais do Estado. Instituto ELO prestigiou evento

Delegacia de Ilha das Flores: abandonada


Alessandra Cavalcanti

Abandono é a palavra que melhor traduz a realidade das delegacias de polícia do Estado. E aqueles que ainda tinham dúvidas, ou uma noção rasa sobre o tamanho exato do problema, na manhã desta terça-feira, 8, com a apresentação de um relatório em vídeo produzido pela Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol/SE), puderam chegar à real conclusão de que os distritos policiais espalhados Estado adentro não passam de prédios destroçados e esquecidos pelo poder público estadual.


Delegado Kássio Viana apresenta problemas

“Esse vídeo é fruto de um trabalho desenvolvido pela Adepol, para que o povo de Sergipe, através da imprensa, tome conhecimento da realidade das unidades policiais do nosso Estado. A Adepol não se sente feliz em mostrar essas imagens, mas reconhece que é necessário. Já sabíamos da existência dos problemas, mas não somente resolvemos constatá-los in loco, como também tivemos o dissabor de sentir o mau cheiro de cada delegacia. Sentimos na pele o que os nossos colegas enfrentam todos os dias. Essa é uma reclamação antiga da Associação, que agora chega de forma mais consistente ao conhecimento de todos”, ressaltou o delegado Kássio Viana.

A maioria dos municípios visitados pela Adepol (nos meses de março e abril deste ano) conta com unidades policiais que não oferecem a mínima estrutura de funcionamento e de trabalho para delegados, agentes e escrivães, que são obrigados a lidar diariamente com prédios velhos, inseguros e insalubres. Além disso, há, em média, sete municípios sem a presença tão necessária dos agentes de polícia.

Delegacia de Muribeca divide espaço com galinheiro e pocilga

FALTA CONCURSO

“Infelizmente, pouca coisa tem sido feita diante das nossas reclamações. No interior do Estado há delegacias construídas há, no mínimo, seis meses, que ainda não foram inauguradas. Enquanto isso, as equipes policiais continuam trabalhando em prédios alugados e totalmente desestruturados. A Polícia Civil necessita urgentemente de mais 500 policiais para reforçar o seu quadro, mas não existe nenhuma sinalização de concurso até agora”, lamenta Viana.

O presidente da Adepol lembra que em 2009, quando a Superintendência da Polícia Civil estava sendo dirigida pelo delegado Gilberto Passos, foi apresentado um relatório completo sobre a situação de pessoal da PC, incluindo a lotação de cada delegado, agente e escrivão de polícia e respectiva projeção de aposentadoria. “Recordo-me bem que, naquela época, mais de 50% dos policiais de Sergipe tinham entre 45 e 50 anos, ou seja, estavam perto de se aposentar. De lá para cá, nada de sinalização de concurso”, ressalta Kássio Viana.

QUADRO ATUAL

Atualmente, a Polícia Civil de Sergipe funciona com 142 delegados, destes, 58 estão lotados nos municípios, que contam com somente 60 escrivães e 301 agentes de polícia. “Sabemos que houve investimento na Segurança Pública do Estado, sim, mas analisamos da seguinte forma: se o Governo investiu tanto em um setor no qual a violência está crescendo, é sinal de que as coisas não estão funcionando bem. É necessário localizar o erro, discutir esses assuntos com a Polícia Civil, a Polícia Militar, as secretarias de Ação Social e de Educação, para, então, consolidar um núcleo de combate à violência”, sugere Kássio Viana.

Adepol é contra a custódia de presos nas delegacias

Outra preocupação da Adepol está centrada na superlotação de celas nas delegacias que, segundo o presidente da Adepol, não deveriam custodiar presos. Ao todo, há 118 encarcerados no interior e 178 nas delegacias metropolitanas. Como se isso não bastasse, há muitos casos de unidades policiais sem espaço para banho de sol.

“As delegacias reformadas contam com celas com portas de aço e apenas uma faixa vertical de ventilação. A quarta Delegacia Metropolitana (localizada no Augusto Franco), por exemplo, foi inspecionada pela representante do Conselho Nacional de Justiça, que destacou ser aquela uma das piores já visitadas por sua equipe. Isso é um absurdo!”, denuncia Viana.

GALINHEIRO E POCILGA

Outro grande problema apontado pela Adepol está no fato de haver delegados trabalhando em até três distritos policiais. Encontram-se nessa situação os municípios de Canhoba, Amparo de São Francisco, Telha, Muribeca, Aquidabã, Rosário do Catete, General Maynard, Feira Nova, Graccho Cardoso e Cumbe. Muitas vezes, mesmo acumulando delegacias, os delegados trabalham sem agentes de polícia.


Delegado de Muribeca, Renato Oliveira

Cláudio Oliveira: representante da OAB/SE



Renato Oliveira, delegado titular de Muribeca, está prestes a assumir também a delegacia de Aquidabã, ambas com vários problemas estruturais. Segundo ele, a situação enfrentada cotidianamente por sua equipe é bem pior do que as imagens apontam. “Em Muribeca, a situação é pra lá de precária. A delegacia divide espaço com um galinheiro e uma pocilga. Pode-se dizer, sem sombra de dúvida, que a população local, bem como os policiais que trabalham todos os dias naquele local insalubre, são tratados com uma falta de respeito fora do comum”, desabafa o delegado.

OAB/SERGIPE

O advogado Cláudio Miguel Oliveira, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe, participou do evento e informou que já chegou ao conhecimento da OAB/SE a situação das delegacias e presídios do Estado. “Quando o CNJ esteve inspecionando Sergipe, seus representantes levaram uma péssima impressão sobre a forma como Sergipe tem administrado esses locais. Saindo daqui, farei um relatório sobre todas as explanações da Adepol e entregarei ao presidente da OAB/SE, Carlos Augusto Nascimento, que tomará medidas junto aos poderes Judiciário e Público”, informou Cláudio Miguel.

terça-feira, 1 de maio de 2012



TEOLOGIA MORAL DA MANGA


Velho caipira, com cara de amigo, que encontrei num Banco, estava esperando para ser atendido. Ele ia abrir uma conta. Começo de um novo ano... Novas perspectivas...E como não podia deixar de ser, também começou ali um daqueles papos de fila de banco. Contas, décimo terceiro que desapareceu, problemas do Brasil, tsunami... Será que vai chover?
Mas em determinado momento a conversa tomou um rumo: "- Qual é então o maior problema do Brasil para ser resolvido? "E aí o representante rural, nosso querido "Mazaropi da modernidade" falou com um tom sério demais para aquele dia:
" - O Maior Problema do Brasil é que sobra muita manga!"

Tentei entender a teoria...Fez-se um silêncio e ele continuou: " - O senhor já viu como sobra manga hoje debaixo das árvores? Já percebeu como se desperdiça manga? "Sim... Creio que todos já percebemos isto... Onde tem pé de manga, tem sobrado manga...E aí ele continuou:

" - Num país onde mendigo passa fome ao lado de um pé de manga... Isso é um absurdo! Num país que sobra manga tem pouca criança. Se tiver pouca criança as casas são vazias... Ou as crianças que tem já foram educadas para acreditar que só "ice cream" e jujuba são sobremesas gostosas. Boa é criança que come manga e deixa escorrer o caldo na roupa... É sinal que a mãe vai lavar, vai dar bronca, vai se preocupar com o filho. Se for filho tem pai...
Se tiver pai e manga de sobremesa é por que a família é pobre... Se for pobre, o pai tem que ser trabalhador... Se for trabalhador tem que ser honesto... Se for honesto, sabe conversar... Se souber conversar, os filhos vão compreender que refeição feliz tem manga que é comida de criança pobre e que brinca e sobe em árvore... Se subir em árvore, é por que tem passarinho que canta e espaço para a árvore crescer e para fazer sombra... Se tiver sombra tem um banco de madeira para o pai chegar do trabalho e descansar...
Quem descansa no banco, depois do trabalho, embaixo da árvore, na sombra, comendo manga é por que toca viola... E com certeza tá com o pé na grama... Quem pisa no chão e toca música tem casa feliz... Quem é feliz e canta com o violeiro, sabe rezar... Quem sabe rezar sabe amar... Quem ama, se dedica... Quem se dedica, ama, reza, canta e come manga, tem coração simples... Quem tem coração assim, louva a Deus.
Quem louva a Deus, não tem medo... Nada faltará porque tem fé... Se tiver fé em Deus, vê na manga a providência divina... Come a manga, faz doce, faz suco e não deixa a manga sobrar... Se não sobra manga, tá todo mundo ocupado, de barriga cheia e feliz. Quem tá feliz.... não reclama da vida em fila do banco... "
Daí fez-se um silêncio...

Ruben Alves


IMPORTANTE



Assunto:Diarista

A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, tendo em vista o decidido pelo Tribunal Pleno, reunido em Sessão Ordinária, no dia 5 de maio de 2011, com a presença dos Excelentíssimos Desembargadores Maria de Lourdes Sallaberry, Luiz Augusto Pimenta de Mello, Carlos Alberto Araújo Drummond, Gloria Regina Ferreira Mello, Elma Pereira de Melo Carvalho, Maria das Graças Cabral Viégas Paranhos, José da Fonseca Martins Junior, Tania da Silva Garcia, Ana Maria Soares de Moraes, José Nascimento Araújo Netto, Aurora de Oliveira Coentro, Edith Maria Corrêa Tourinho, Luiz Alfredo Mafra Lino, Damir Vrcibradic, Mery Bucker Caminha, Cesar Marques Carvalho, José Geraldo da Fonseca, Flávio Ernesto Rodrigues Silva, Jorge Fernando Gonçalves da Fonte, Evandro Pereira Valadão Lopes, Alexandre de Souza Agra Belmonte, Valmir de Araújo Carvalho, Ricardo Damião Areosa, Marcos Palacio, Alexandre Teixeira de Freitas Bastos Cunha, Marcos Cavalcante, Maria Aparecida Coutinho Magalhães, Roque Lucarelli Dattoli, Marcelo Augusto Souto de Oliveira e Rildo Albuquerque Mousinho de Brito,

RESOLVE:
Aprovar a edição da SÚMULA Nº 19, com a seguinte redação:

“TRABALHADOR DOMÉSTICO. DIARISTA. PRESTAÇÃO LABORAL DESCONTÍNUA. INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO.
A prestação laboral doméstica realizada até três vezes por semana não enseja configuração do vínculo empregatício, por ausente o requisito da continuidade previsto no art. 1º da Lei 5.859/72.”

O ministro Ives Gandra Martins Filho, relator de um processo no qual foi negado reconhecimento de vínculo a um jardineiro que trabalhava duas ou três manhãs por semana numa residência, definiu em seu voto a situação:

"O diarista presta serviços e recebe no mesmo dia a remuneração, geralmente superior àquilo que receberia se trabalhasse continuamente para o mesmo empregador, pois nela estão englobados e pagos diretamente ao trabalhador os encargos sociais que seriam recolhidos a terceiros”, afirmou o ministro Ives. “Se não quiser mais prestar serviços para este ou aquele tomador, não precisará avisá-lo com antecedência ou submeter-se a nenhuma formalidade, já que é de sua conveniência, pela flexibilidade de que goza, não manter um vínculo estável e permanente com um único empregador, pois mantém variadas fontes de renda provenientes de vários postos de serviços que mantém."

É neste sentido que tem se inclinado a jurisprudência do Tribunal nas diversas decisões em que negou o reconhecimento do vínculo de emprego a diaristas que trabalhavam em casas de família. Cabe ressaltar que o termo “diarista” não se aplica apenas a faxineiras e passadeiras, (modalidades mais comuns dessa prestação de serviço). Ela abrange também jardineiros, babás, cozinheiras, tratadores de piscina, pessoas encarregadas de acompanhar e cuidar de idosos ou doentes e mesmo as “folguistas” – que cobrem as folgas semanais das empregadas domésticas. Uma vez que o serviço se dê apenas em alguns dias da semana, trata-se de serviço autônomo, e não de empregado doméstico – não se aplicando, portanto, os direitos trabalhistas garantidos a estes, como 13º salário, férias, abono de férias, repouso remunerado e aviso-prévio, entre outros previstos na Constituição Federal.








Lurinho apresentará projeto de geração de energia a partir do lixo


O trabalho do empresário Lauro Antônio, no Senado Federal, tem continuidade com a realização da apresentação do “Projeto de Geração de Energia a partir do Lixo” uma das bandeiras defendidas por Laurinho enquanto esteve na Câmara Alta. O evento, destinado a gestores, acontecerá no próximo dia 26 às 9h45 no Salão de Convenções Oviedo Teixeira no Hotel Fazenda Boa Luz.

Segundo o senador, em 2010, após 21 anos de tramitação no Congresso Nacional, o presidente Lula sancionou a Lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com isso o país passou a ter um marco regulatório para o setor, tendo como alguns dos principais objetivos a destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos. "Hoje temos uma reciclagem importante no Brasil é destaque ainda a promoção da inclusão social e a intensificação de ações e educação ambiental", informou Laurinho.

Segundo Laurinho a apresentação do programa é de responsabilidade do Centroprojekt do Brasil, uma empresa de base sólida que é formada por sócios estrangeiros, realiza projetos de pequena escala no setor de tratamento de água, esgoto e efluentes, além de desenvolver atividades na área de controle de poluição do ar. “Nossos esforços objetivam a construção de uma companhia forte, reconhecida entre os clientes e concorrentes, assim como a crescente posição de mercado da empresa na América Latina”, informa Vladimír Kudela, presidente do Grupo Centroprojekt.

 "Atualmente existem mais de quatro mil usinas aplicando essa tecnologia em diversos países em todo o mundo. Entre os benefícios, a implantação de unidades dessas usinas em municípios brasileiros trará um maior aproveitamento do potencial energético alternativo", completou Laurinho.

Dados da Associação Brasileira de Empresas Públicas de Resíduos Especiais informam que no Brasil são produzidos 64 milhões de toneladas por ano de detritos sólidos domésticos, 2,9 milhões de toneladas por ano de detritos industriais tóxicos e 1,5 milhões de toneladas por ano de detritos vindos de serviço de saúde. "Só vejo uma maneira efetiva com a qual podemos tratar a destinação de resíduos sólidos urbanos, que é a conversão desses resíduos em energia. Para se ter uma ideia, cada tonelada de detrito doméstico pode gerar energia para substituir um barril e meio de petróleo", informou Laurinho.

Tecnologia a favor do meio ambiente


Um das novidades, apresentada por Laurinho, é a geração de energia limpa a partir da incineração do lixo. Aplicada inicialmente em países desenvolvidos, essa tecnologia já começa a ser utilizada no Brasil, tanto por prefeituras, hospitais, como por indústrias. Outra tecnologia inovadora é aplicação do ultrassom no tratamento de esgoto. “As tecnologias estão cada vez mais se aperfeiçoando, permitindo uma maior utilização dos recursos naturais sem agredir o meio ambiente”, disse o senador.